Empreender de dentro para fora pelo marketing de rede

Interessante conhecer o ponto de vista de um senador sobre as propostas de flexibilização da lei trabalhista tramitando no Congresso. São 74 projetos de lei em tramitação que, na prática, extinguem o emprego tradicional. Se prepare para o fim do emprego e para o início do trabalho por perfomance.  Para mim, o recado é claro: não quero ficar esperando me aposentar ou o emprego tradicional acabar. Já passou da hora de começar a empreender.

Tenho estudado sobre o tema de riqueza e prosperidade de dentro para fora. E enfim consegui atinar com uma forma de negócio em que posso começar a empreender de uma forma concreta, ajudando outras pessoas a enriquecer e empreender: o marketing de rede.

Há 10 anos atrás, fui supervisor da Herbalife, e comecei a ter resultados interessantes, criando uma pequena e promissora equipe de supervisores e distribuidores. Eu me sentia feliz, inspirado, treinando e motivando pessoas.

Até que, graças à minha inexperiência, emprestei produtos e dinheiro para alguns de minha rede, e nunca vi o dinheiro de volta, tendo amargado um prejuízo, à época, de cerca de 10 mil reais. Isso me fez sair precocemente do ramo de network marketing e ter uma boa resistência ao assunto até que o sucesso de um primo meu começou a me chamar atenção.

O cara contava com uma rede de quase 400 distribuidores e estava tendo sucesso financeiro, tendo deixado o emprego fixo para viver só da renda desse negócio. Foi então que, ao conversar com ele, ainda com muito pé atrás, que ele me mostrou que o MMN (Marketing Multinível) é algo promissor e com muito potencial de crescimento no Brasil.

Depois de várias conversas em que ele, pacientemente, me mostrou o diferencial do plano de negócios e do produto, resolvi entrar, porque tinha praticamente nada a perder.

Foi então que começou a me cair a ficha: num momento em que, no Congresso Nacional, tramitam 74 projetos de lei que flexibilizam a legislação trabalhista, coloca a negociação entre patrão e empregado acima da CLT e cria o trabalho intermitente, e reforma a Previdência, criando a idade de 70 anos para que uma pessoa se aposente, a idéia de ter meu próprio negócio e empreender se torna não meramente uma opção, mas praticamente a única alternativa para não ficar à mercê da Previdência Pública e dos empregos cada vez mais precários.

Para saber mais, veja o vídeo do Senador Paulo Paim, onde ele afirma que “nem na ditadura os direitos do trabalhador foram tão atacados”. https://www.youtube.com/watch?v=6IIM9gDSFJQ

Ao invés de sentar e chorar, isso me animou ainda mais a empreender. E me fez mais otimista de que o marketing de rede é uma ótima opção de ter o meu próprio negócio sem a burocracia e ônus de abrir e administrar uma empresa, com o bônus de poder trabalhar para mim e para minha rede. E poder colocar meus talentos a serviço de meu negócio: a força de criar conexões e redes de relacionamento, de definir estratégias e novas opções de negócio, motivar e inspirar pessoas com minha positividade, e apoiar as pessoas para que se tornem empreendedores autônomos e realizados.

Portanto, agora, me sinto motivado a compartilhar com vocês minha visão e estudos sobre empreendedorismo, tendo como plataforma principal de lançamento do meu negócio empreendedor o marketing multinível, o marketing digital e outros método e técnicas que todo empreendedor precisa conhecer. Bem-vindo!

https://emersopacheco.jeunesseglobal.com/

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Empreender de dentro para fora pelo marketing de rede

O segredo da prosperidade

Quero compartilhar com vocês um insight muito simples e poderoso que tive nesses últimos dias sobre o Segredo da Prosperidade.Quer ser rico? Faça o mundo ao seu redor mais rico, utilizando seus talentos e forças únicos.

Podemos descrever “O Segredo” através de uma metáfora singela da função das células no sistema maior que é o corpo.

As células não trabalham para si. Elas atuam em conjunto para o crescimento e bem-estar do sistema maior do qual são parte: os órgãos, sistemas digestivo, circulatório, nervoso, reprodutor, etc… Essas sistemas, por sua vez, trabalham um para os outros, servindo uns aos outros, para o bem maior do corpo, que é o sistema maior.

Somos como células no corpo do Universo. Células inteligentes, com muitos talentos, pertencendo a um sistema maior: nossa família, nossa empresa, nossa sociedade, nosso país, nosso planeta, nosso Universo.

Somos Partes de Uma Mesma Unidade Cósmica. Como células inteligentes e talentosas que compõem o corpo do Universo inteiro.

Como células inteligentes e talentosas, temos uma função e contribuição singular, única, a desempenhar nesse todo, servindo ao Sistema maior do qual fazemos parte para seu crescimento e melhoria. Tal como as células, com suas funções, especializações e forças, dentro do órgão e do sub-sistema onde atuam.

Jesus disse: “Quem quiser ser o maior de todos, seja o maior servo de todos.” Isso para mim hoje tem uma lógica profunda, de uma compreensão profunda do funcionamento do “Reino de Deus”, o Cosmos inteiro. Servir aos demais é nossa função, porque somos partes um dos outros e do mesmo todo.

Quando estamos desempenhando bem nossa função individual neste Sistema , usando plenamente nossos talentos e cumprindo nosso propósito no Todo maior , todo o Corpo prospera, evolui, melhora. E nós melhoramos juntos. Enriquecemos, prosperamos.

Assim, não é possível a uma célula prosperar e enriquecer sozinha, às expensas do Todo. Seja esse todo o grupo imediato, a empresa, a sociedade, o Universo. Uma célula que tenta prosperar sozinha está doente, tentando crescer e se multiplicar sem considerar as necessidades do Sistema.
Chamamos a essa tentativa isolada de prosperidade da célula individual de câncer, crescimento desenfreado, que acaba por prejudicar o sistema inteiro. E o Sistema irá fazer de tudo para se reequilibrar em seu ritmo natural, eliminando essa ameaça.
O segredo é esse: para que a célula prospere, ela precisa fazer o corpo inteiro prosperar, desempenhando bem seus talentos e a sua função específica, sua contribuição única, nesse sistema.    
“Adicione valor ao sistema maior do qual é parte”. Seja esse sistema sua família, sua equipe de trabalho, seu negócio, sua comunidade, seu condomínio do prédio, sua rua, seu bairro, sua cidade, seu país, a sociedade, o mundo, o Universo.
Somos sistemas dentro do Sistema maior. Faça do mundo um lugar mais rico, próspero e melhor, a partir de seus talentos e forças. Com isso, o Sistema prospera e devolve essa prosperidade a você, automaticamente: o corpo se desenvolve e prospera saudavelmente, todas as células ficam bem e prosperam.
O segredo da prosperidade

Os 10 maus Hábitos que impedem seu Sucesso Financeiro

Autor: Dalton Ferreira

Nesse artigo, separei 10 maus hábitos que impedem você de alcançar o sucesso financeiro, e mostrarei como você pode fazer a substituição por hábitos saudáveis, mas você sabe o que é um hábito e como ele se forma para que você possa entender o que se passa ai dentro de você?

Hábitos são ações repetidas com frequência, ou seja, rotinas, e o grande ganho dele é fazer com  que seu cérebro economize energia. Imagine se para cada ação executada, você tivesse que parar e refletir: Calço primeiro o tênis do pé direito ou o do pé esquerdo? Tomo primeiro café, e escovo o dente depois, ou faço o contrário? Gastaríamos muita energia com essas coisas simples.

O grande perigo é se construimos hábitos negativos e eles já estão no piloto automático. Continue a leitura e identifique os hábitos que jogam contra você, e como fazer para transformá-los em hábitos positivos, em 3 simples passos. Ao final do artigo tenho um convite para você.

Vamos a eles:

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1) Consumo exagerado
Vivemos em uma sociedade de consumo, aonde os desejos são transformados em necessidades e você é levada ao consumo desenfreado, já enraizado na cultura capitalista, aonde você é medida pelo que “tem” e não pelo que você “é”.

Hoje, o Marketing utiliza de vários recursos, tais como manequim, cores, sons, técnicas de atendimento do vendedor, para que você compre além do planejado.

Basta você abrir seu guarda-roupa.Quantos itens há entre roupas, sapatos e bolsas que você não utilizou nos últimos 6 meses? E os eletrônicos que são atualizados a cada semestre, e a versão anterior é considerada obsoleta.

Ou seja por durabilidade, ou por moda, você é incentivada a consumir cada vez mais! Como esse ato é prazeroso e você possui a recompensa interna após a compra do objeto desejado, a tendência é que você procure repetir essa ação de forma rotineira.

Dessa forma, você troca experiências que poderia ter com viagens, passeios,por exemplo, por objetos. Você já reparou que por mais que você tenha, sempre há a sensação que ainda falta algo?

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2) Utilizar o cartão de crédito no rotativo e cheque especial
O mercado oferece muitas facilidades, para que você obtenha o objeto desejado de forma rápida. Antigamente, você trabalhava, recebia seus ganhos e gastava. Hoje, você parcela em 10x no cartão de crédito ou pega emprestado no cheque especial, para consumir primeiro e pensa: “Depois dou um jeito”, assim as parcelas do cartão vão se acumulando até que você reconhece que não há como pagar a fatura inteira e paga o mínimo.

Os juros no Brasil são exorbitantes, para cada R$1.000 de empréstimos, considerando um juros de 10% ao mês, você irá pagar acima de R$33.000 em 3 anos, caso deixe acumular essa dívida. Caso você deixasse esse valor aplicado em uma caderneta de poupança, você teria menos de R$1.300,00. Percebe como é a atuação do sistema financeiro no Brasil? Cobra muito para emprestar e paga pouco pela sua aplicação. O pior, você consome menos, pois paga muitas taxas. Aquele vestido que você gastou 500 reais no cartão sairá por mais que o dobro!

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3) Desorganização
Muitas pessoas preferem ignorar os itens 1 e 2, preferem não checar e nem abrir as contas que recebem, colocam o máximo que podem em débito automático e vão sendo surpreendidas a cada olhada no extrato.

Com isso, muitas vezes pagam contas em atraso ou não possuem o necessário na conta quando o débito ocorre. O dinheiro vai para o bolso de quem está pronto para ele e sabe como ele funciona.

Como está sua organização financeira? Muitas pessoas me procuram para ajudar com suas dívidas, mas não sabem o montante devido, as instituições que deve  e o juros cobrado por cada dívida. Resultado: Nome sujo e restrição de crédito!

Para você se organizar é necessário construir o hábito de registrar suas entradas e saídas, como se você fosse uma empresa. Pode ser por aplicativos, planilhas,etc. É normal nos meus atendimentos de coaching a pessoa informar que gasta “x” e após um mês ela identifica que gasta “x + 40%”.

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4) Ser conduzida pelas suas emoções
Já é comprovado pela neurociência que 95% das suas decisões são tomadas pelo suas emoções. Muitas vezes, você consulta a razão para validar a decisão que já foi tomada em âmbito emocional, para que você se sinta bem consigo mesma.

Me recordo que uma amiga, certa vez, me mostrou uma oferta de empréstimo que o banco lhe ofereceu e queria utilizar essa quantia para terminar uma obra. Por mais que eu explicasse, que os juros apesar de estarem abaixo dos oferecidos pelo cheque especial e cartão de crédito, ainda assim estavam altos e não compensava, ela através de argumentos “racionais” procurava mostrar que era uma decisão inteligente e queria o meu “ok” para se sentir bem consigo mesma.

Se você não desenvolver sua inteligência emocional e conhecer a si mesma, como você age a determinados estímulos, alguém irá controlar suas emoções por você e não será para te ajudar.

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5) Não poupar
Na vida adulta você estará cercada de pequenos imprevistos, seja na sua casa, no seu carro, ou até mesmo para comprar um remédio ou aproveitar uma oportunidade. Mas se você não possui uma reserva, precisará de empréstimos. Um hábito muito comum é “Eu pago as contas primeiro e o que sobrar eu guardo“, o foco está em pagar contas.

O foco correto é “Eu aplico no mínimo 10% dos meus ganhos e o que sobrar eu gasto“. Se você gasta primeiro, dificilmente irá sobrar, pois o que não falta são oportunidades de se gastar.

Essa ação, apesar de simples entendimento é uma das regras de ouro das finanças pessoais e ignorada por 99% das pessoas. Quando você aplica primeiro nas suas contas de investimento, você diz para seu inconsciente que você é a pessoa mais importante e o resto vem depois. E o melhor, após alguns meses, isso terá se tornado um hábito e estará no seu piloto automático.

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6) Alienação
Temos muitas distrações em nossa vida, seja pelos programas de televisão, computador, jogos ou pelos aplicativos de diversas redes sociais. Grande parte das pessoas não conseguem ficar em silêncio, se não há o que fazer, precisam do barulho do rádio, ou outra distração.

Há cada vez menos reflexões internas e análises subjetivas.

As pessoas procuram algo externo para focar sua atenção e não conhecem a si mesmas. Por mais que a sociedade propicie formas de lazer, há cada vez mais doenças como a depressão, ansiedade e estresse. Será que sua atenção, sua energia não está colocada no lugar errado?

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7) Falta de objetivos e sonhos.
Muitas pessoas sabem o que não querem, mas não sabem o que realmente desejam para sua vida. Como falei no item anterior, não conhecemos nem a nós mesmos.

A clareza é fundamental para te dar um norte, saber aonde está e aonde quer chegar. Muitos vivem de acordo com aquela música do Zeca Pagodinho “Deixa a vida me levar, vida leva eu…”  Se você não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar serve.

Quando pergunto em minhas palestras  quem quer independência financeira, todas presentes levantam as mãos,mas quando pergunto qual é o número da independência financeira de cada um, poucos sabem responder. Se você não tem um objetivo específico para ter como alvo, qualquer resultado atingido servirá.

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8) Desconhecer o básico sobre Educação Financeira
Você trabalha, dá um duro danado, seja como empregada, autônoma ou empresária e quando recebe seus proventos ignora quais são as regras básicas para proteger deu dinheiro da inflação, para multiplicar suas receitas, ou seja, para colocar o dinheiro para trabalhar para você.

Uma vez, vi um palestrante falando de forma dura a seguinte frase: “Acha que é caro pagar pela educação então invista na ignorância”. Depois analisando essa frase, vi que ele estava coberto de razão. Muitas pessoas trabalham com o que não gostam, passam muito tempo no trânsito, possuem uma jornada de trabalho superior a 8 horas diárias, se cansam, estressam em troca de um ganho financeiro e ignora o básico sobre como o dinheiro funciona. Não parece sem sentido para você?

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9) Falta de Disciplina
Para qualquer alteração comportamental na vida é necessário disciplina e também paciência. Os resultados aparecem após as ações executadas e são necessários ao lado da disciplina, persistência, foco e saber lidar com as frustrações. A frustração é a diferença entre a expectativa e o resultado alcançado.

O que as pessoas chamam de “fracasso”, na verdade é apenas um resultado, uma etapa até o objetivo e nos serve como aprendizado. Ele é seu aliado e não inimigo. Mas a base de tudo começa com a disciplina que é uma característica indispensável para mudança de hábitos.

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10) Crenças limitantes quanto a dinheiro
Há muitas crenças relacionadas a dinheiro de forma negativa. “Dinheiro é sujo“, “Quem tem dinheiro não vai para o céu”, “É necessário ter muito estudo para se ter dinheiro”, “dinheiro é questão de sorte”, entre outras tantas. Crenças são as suas verdades, suas opiniões sobre determinado assunto.

Imagine que você é uma excelente nadadora, mas pula na piscina com duas âncoras pesadas amarradas, uma em cada perna. Você não conseguirá sair do lugar. Suas crenças limitantes são como essas âncoras, elas te prendem e impedem o seu desenvolvimento. Identificar e alterá-las é o primeiro passo para sua transformação. Muitas vezes por você achar, geralmente de forma inconsciente que o dinheiro é ruim, você exagera no consumo ou toma decisões equivocadas para se afastar dele.

Os 3 passos para mudança de Hábito
Agora você deve estar se perguntando, como faço para alterar algum hábito financeiro indesejado?

Seguem os 3 passos:

1. Conscientização
Identifique o hábito indesejado que você quer transformar e o gatilho que dispara esse comportamento financeiro. Por exemplo, quando está triste, você costuma realizar compras para se recompor emocionalmente? Ou quando você está extremamente feliz comemora realizando compras?Muito importante o autoconhecimento, você saber o que dispara seu comportamento.

Esse gatilho, por exemplo, pode ser uma faixa em uma loja com os dizeres “promoção”, “oferta”, “10x sem juros”, “liquidação”. É fundamental você identificar os gatilhos que disparam sua ação e como você está emocionalmente antes, durante e depois da ação. Registre essas informações em uma folha de papel ou aonde você se sentir mais confortável.

2. Ação
Esse passo é você verificar qual a rotina deflagrada após o disparo do gatilho. Não a julgue, apenas anote. Qual foi a ação executada?

3. Recompensa
Identifique quais foram os ganhos emocionais e/ou físicos com esse comportamento. O que você sentiu? Em que parte do seu corpo você sentiu isso? Qual foi a duração?

A Solução:
Uma vez, você com todos esses dados levantados, escreverá o novo hábito desejado de forma positiva, como por exemplo, “Quero aplicar 10% do meu salário para minha aposentadoria” ou “Quero consumir melhor e de forma mais equilibrada”.

Você não elimina um hábito, você substitui um hábito indesejado por um positivo. Você agirá em cima do passo 2 – a ação, você identifica o gatilho e substitui a ação, de forma que ela lhe dê a mesma recompensa.

Por isso a importância do autoconhecimento. Vamos a um exemplo prático. Você identifica que toda vez que está ansiosa (gatilho), você vai ao shopping comprar algo para si (ação), e possui a sensação de bem-estar após as compras. (Recompensa). Esse é o loop de um hábito.

O que reforça esse loop é que toda vez que você se sente ansiosa, você anseia, você deseja inconscientemente a recompensa, ou seja, a satisfação  causada pelas compras, com isso seu organismo irá liberar a dopamina que é um neurotransmissor ligado ao prazer te dando a recompensa.

Há outras atividades que liberam essa mesma substância, como por exemplo, a atividade física. A regra de ouro é você identificar outra ação que lhe garanta o mesmo prazer e substituí-la. Sua tarefa é descobrir como criar um anseio para tornar mais fácil a substituição da rotina.A mudança legítima exige esforço e autocompreensão dos anseios que impedem os comportamentos. Mudar qualquer hábito exige determinação.

Recorde alguma rotina que você já teve e que foi alterada, desde um simples hábito como mudar o percurso que você fazia para um determinado local, como a alteração de um hábito alimentar, por exemplo. Identifique quais foram os gatilhos, a ação e a recompensa e como você inconsciente ou conscientemente fez a substituição. Como essa experiência passada pode te ajudar agora na criação desse novo hábito?

Grande abraço,

Dalton Ferreira

daltonhtf@hotmail.com

Os 10 maus Hábitos que impedem seu Sucesso Financeiro

A Prosperidade segundo a Seicho-No-Ie

Em primeiro lugar vamos examinar o que é a Seicho-No-Ie.

Seicho-No-Ie é uma filosofia religiosa de pensamento positivo fundada no Japão em 1930 pelo Dr. Masaharu Taniguchi, que recebeu o título de Doutor em Ciências Religiosas pelo ineditismo dos conceitos religiosos explicitados em suas obras, cerca de 300 (trezentos) livros.

As bases filosóficas da Seicho-No-Ie são: amar, perdoar, agradecer, reverenciar e reconciliar.

A Seicho-No-Ie também inova, introduzindo um conceito novo e inédito sobre o que é o pecado. Dentro de uma concepção positiva de vida, a filosofia afirma no mundo original criado por Deus, a Imagem Verdadeira, só existem coisas positivas, dentro dessa interpretação, afirma que o pecado não existe.

A Prosperidade dentro da Seicho-No-Ie é um conceito muito amplo, que seria impossível esgotar nesse simples ensaio.

A base para a Prosperidade é o que chamamos a “Lei Áurea da Prosperidade – Dar e Receber”.

Dentro desse conceito temos diversas interpretações que nos levam a concluir que temos que ter diversas atitudes para realizarmos a prosperidade em nossas vidas. Essas atitudes nos levam, quando postas em prática corretamente a aumentar nosso nível de satisfação, alegria e felicidade, trazendo junto também a prosperidade.

Dentro da Seicho-No-Ie, existem estudos que nos permitem interpretar o que fazer e não fazer para que obtenhamos a prosperidade.

Num dos livros publicados na organização, temos o livro “A Prosperidade em suas mãos”, do Preletor Yoshihico Iuassaca, no qual ressalta as atitudes mentas que atraem e rejeitam a Prosperidade.

Vamos começar pelas atitudes que rejeitam a Prosperidade:

  • Invejar pessoas ricas.
  • Achar que é “azarado” ou “Tudo que faz não dá certo”.
  • Ter o semblante carrancudo.
  • Ver o concorrente como inimigo.
  • Ter atitude egoísta ou ser “mão fechada”.
  • Nunca oferecer mais do recebe.
  • Pagar seus compromissos financeiros se queixando.
  • Trabalhar sempre em benefício próprio.
  • Ter como atitude mental a pobreza honrada – “sou pobre, mas sou honesto”.

Veremos agora as atitudes que atraem a prosperidade segundo o Preletor Yoshihico Iuassaca:

  • Manter constantemente o pensamento “já sou rico”
  • Manter em nossa mente o espírito de generosidade.
  • Receber com gratidão e dar com prazer.
  • Manter constantemente o pensamento “Sou uma pessoa de sorte”.
  • Falar e pensar somente em prosperidade.
  • Ter sentimento de gratidão com tudo o que recebeu.
  • Gostar do trabalho e de sua profissão.
  • Cultivar suas raízes, tendo sentimento de gratidão com pais e antepassados.
  • Ter harmonia conjugal
  • Reverenciar a vida alojada no interior de cada objeto. Em todo objeto existe o trabalho, o amor e a vida das pessoas que possibilitaram chegar até nós.
  • Acreditar que a riqueza vem de Deus
  • Emitir continuadamente bons pensamentos.
  • Transmitir o Amor de Deus através de seu trabalho, com objetivo de trazer felicidade ao maior número de pessoas.

O livro “A Prosperidade em suas mãos” encontra-se à venda no site da Seicho-No-Ie – www.sni.org.br , onde o autor aprofunda os conceitos aqui listados.

A organização oferece um treinamento específico para manifestar a prosperidade, através de um estudo específico, estruturado e organizado sobre a prosperidade.

Esse estudo é materializado no “Ciclo de Estudos da Prosperidade”, com duração de 4(quatro) anos realizados em várias regionais em todo o Brasil, cuja referência está também no site da organização.

Na cidade do Rio de Janeiro as informações podem ser acessadas através do site www.prosperidaderj.com ou pelo e-mail properidaderiodejaneiro@gmail.com . Para outros estados prosperidade@sni.org.br.

Paulo Fernando Ribeiro de Souza, além de professor de história, é Preletor da Seicho-No-Ie desde 1987. E-mail paulofernanddo@gmail.com
A Prosperidade segundo a Seicho-No-Ie

Dalai Lama é rico?

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Dalai Lama é rico? Para responder essa pergunta, precisamos viajar ao cerne do significado de riqueza e perguntar. O que é riqueza?

Para o psicólogo L. Michael Hall, um dos meus gurus, o coração da riqueza é…

“Criar ou adicionar valor que satisfaça as necessidades das pessoas num certo nicho ou contexto.  Faça isso e o dinheiro virá naturalmente como consequência”.

(livro Inside Out Wealth, pg.75).

Brilhante, simples e poderosa definição, enriquecedora de significados e possibilidades.

E daí segue a pergunta… O que é valor?

É tudo aquilo que valorizo na minha vida, os chamados “fatores apetitivos”, aquilo que me atrai visceralmente, que aumenta meu apetite, do que eu quero me aproximar na vida, que eu quero ter e ser e viver e saborear mais e mais em minha vida.

Afastar-me  arrowsAproximar-me

Que tal parar tudo o que está fazendo agora e responder para si mesmo ou mesma o que você quer mais em sua vida?

Minha lista de coisas que valorizo incluiria algo como:

APROXIMAR-ME DE…

  • minha família
  • meus amigos
  • viajar pelo mundo
  • cultura
  • prazeres sensoriais
  • um bom vinho, cerveja, gastronomia
  • arte – cinema, teatro, pintura, exposições
  • liberdade financeira – não precisar mais trabalhar para viver
  • etc
  • (faça a sua lista aqui…)

Agora, o passo seguinte é dividir essa lista em duas partes: a parte que você quer mais que ocorre DENTRO de você, através de sentimentos, sensações, pensamentos e emoções, e a parte que ocorre fora de você : comportamentos e experiências externas

Exemplo.

FORA

  • viagens
  • casa própria de frente pro mar
  • praticar artes marciais
  • correr na praia
  • contato com natureza
  • literatura

DENTRO

  • alegria
  • prazer sensorial
  • paz
  • tranquilidade
  • segurança
  • amor
  • romance
  • tesão
  • otimismo
  • criatividade
  • novas idéias

Agora, procure associar e relacionar o que as experiências, coisas e atividades FORA proporcionam DENTRO.

Exemplo:

FORA

  • apartamento próprio 3 quartos de luxo de frente para o mar em Ipanema

DENTRO

  • segurança, realização, orgulho, prazer sensorial, tranquilidade, paz

 

Outro exemplo:

FORA

  • Viagens por cidades antigas e exóticas do mundo

DENTRO

  • cultura
  • memórias agradáveis
  • savoring – saborear o momento presente
  • prazer sensorial
  • conexão com as pessoas

 

Como talvez você já tenha percebido, as experiências, coisas e atividades fora só são valiosas e valorizadas por nós porque nos proporcionam essas emoções, sensações e estados agradáveis e apetitivos que queremos sentir MAIS e MAIS em nossa vida.

EM outras palavras, queremos essas coisas e experiências pelo VALOR INTERNO que adicionam em nossas vidas.

Essas experiências externas enriquecem nossas vidas, aumentando nossas experiências positivas INTERNAS.

Outras conclusões podemos depreender a partir daí?

Que o que buscamos, no final de contas, são emoções positivas: AMOR, ALEGRIA, SURPRESA (agradável, e não susto…rs), que são as emoções básicas…

E os chamados “meta-estados”, que são emoções mais sofisticadas, emoções básicas misturadas com outras camadas de emoções e significados mais complexos e profundos criados pela nossa mente, como PAZ, CONTENTAMENTO, SEGURANÇA, AUTOESTIMA, PAIXÃO, ENLEVO, CONTEMPLAÇÃO, EXTASE, CONEXÃO, AUTO-REALIZAÇÃO.

Agora, vamos acrescentar uma outra dimensão a esses valores positivos internos que queremos em nossas vidas, a das NECESSIDADES.

Podemos pensar que uma grande parte dessas sensações e emoções positivas advém de conseguirmos satisfazer, no todo ou em parte, nossas necessidades humanas básicas. Nos ensinou Abraham Maslow:

 

Valorizamos qualquer experiência externa que, de alguma forma, nos aproxime de satisfazer essas necessidades básicas.

Estamos geneticamente programados pela evolução para ter um apetite visceral por isso, para ansiar e desejar isso mais que tudo.

E quando temos essas necessidades satisfeitas, quando sentimos que essas necessidades satisfeitas, nos sentimos ricos internamente.

Então, criar riqueza começa na MENTE, por APRECIAR o que já experimentamos no momento presente.

Sugiro que pare tudo agora e simplesmente se permita experimentar a sensação de apreciar, valorizar, reconhecer o valor do que, no AQUI E AGORA, você experimenta DO LADO DE FORA, que te aproxima da satisfação de suas necessidades INTERNAS e te fazem experimentar EMOÇÕES E SENSAÇÔES positivas, agradáveis, prazerosas.

Faça isso em cada dimensão da pirâmide de Maslow.

Exemplo:

  • Fisiologia – o ar que você respira, ter sexo regular, conseguir ter uma noite de sono, estar fisicamente saudável, ter acesso a água potável, comida de qualidade…
  • Segurança  – ter uma casa para morar, renda de um emprego, etc
  • Amor/Relacionamento – ter um parceiro amoroso que te ama, amigos que te fazem sentir bem, etc
  • E assim por diante.

Você irá perceber que, em algum grau, você já pode reconhecer valores ou zonas de riqueza em sua vida. Você já começou a se perceber experimentando a RIQUEZA  em sua vida no aqui-e-agora? E se pudesse começar a perceber,como seria?

E o que você e eu podemos fazer AGORA é refletir em tudo o que podemos FAZER para nos APROXIMAR MAIS e MAIS daquilo que satisfaz nossas NECESSIDADES e DESEJOS, que AUMENTA as nossas EMOÇÕES POSITIVAS, que ENRIQUECEM nossas vidas.

O próximo passo é ENRIQUECER essa lista valiosa com tudo o mais que queremos MAIS para nossa vida, que irá enriquecê-la, satisfazer nossas necessidades em cada nível da pirâmide de Maslow.

Lembre-se sempre de separar a lista em DENTRO e FORA. A parte de DENTRO são nossos VALORES internos. A parte de FORA são as coisas, experiências, pessoas, situações, comportamentos, ações do lado de fora,que nos aproximam desses VALORES internos.

FORAarrowsMAIS VALOR


 

DENTROarrowsMAIS VALOR

Sugiro que, depois de criar sua lista, faça a seguinte reflexão: quais os 20% das coisas e experiências do lado de FORA que respondem por 80% da satisfação das suas necessidades, desejos e valores DENTRO? (para quem não sabe, este é o princípio de Paretto: 20% das causas respondem por 80% dos resultados)

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Para mim, por exemplo, essa lista menor 20-80 incluiria passar tempo de qualidade com minha família, viajar por cidades exóticas, aprender sobre Psicologia, ajudar as pessoas através do coaching, palestras e terapia…

Agora é sua vez. Elabore sua lista 20-80 de experiências  FORA que mais aumentam suas emoções positivas DENTRO…

Mais disso tudo em outros posts, ok? Vou aqui apenas introduzir a pergunta de ouro, que não quer calar:

ok, já entendi o que me enriquece internamente e que adiciona valor para minha vida. Mas e como ganho mais dinheiro para satisfazer essas necessidades internas? 

Estava esperando você perguntar. Dizendo rápida e rasteiramente, é adicionando valor para outras pessoas (tudo o que elas querem experimentar mais em suas vidas) de tal forma que elas estejam dispostas a pagar um preço por isso. PRONTO, FALEI.

Em outras palavras: sendo expert em criar para as outras pessoas EXPERIÊNCIAS EXTERNAS (produtos e serviços) que as APROXIMEM de sentir as EXPERIÊNCIAS INTERNAS que elas querem MAIS , dessas emoções positivas, que advêm da satisfação de suas necessidades básicas e desejos.

Tem muito mais do que isso, mas não quero cansar vocês demais. E agora é hora de praticar esses conceitos todos, que tal?

E para concluir, quero que você mesmo responda: à luz dos valores do próprio Dalai Lama, ele é rico? E você?

Um abraço cheio de apreciação e emoções positivas!

Dalai Lama é rico?

Jornada do Herói Milionário

A Jornada do HeróiMilionário

O que a Jornada do Herói tem a ver com me tornar milionário?

A “Jornada do Herói” é uma tese criada por Joseph Campbell, que consiste em um modelo de como seria o passo a passo do percurso de transformação do homem comum em um herói, com todas as fases e provações que surgem no meio do caminho.

Campbell estudava a mitologia universal e, como nos ensina o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, as mitologias revelam os arquétipos universais de nosso inconsciente coletivo. Em outras palavras, trata-se do funcionamento da nossa mente num nível profundo, que muito pode nos ensinar sobre vários aspectos da vida.

A Jornada do Herói nos mostra o percurso arquetípico que cada indivíduo percorre até a conquista de um alvo, de um objetivo.Aplicada à Jornada da Prosperidade, nos dará um mapa para nossa busca, uma bússola para nos orientar neste caminho, nesta aventura apaixonante.

Vamos olhar para todo processo, da aceitação de novos desafios até todas as dificuldades para vencer cada etapa de aprendizagem dentro de cada escolha e atingir nosso objetivo de sermos prósperos.

Os 12 Estágios da Jornada do Herói

1- Mundo ComumO mundo normal do herói antes da história começar

Este é o mundo de onde vim: o mundo da classe média, um mundo com dívidas, “a corrida dos ratos”, trabalhando para pagar contas e dívidas, cartão de crédito estourado, insatisfeito com o trabalho atual, um emprego público que me permite uma vida “confortável” e me permite pagar as contas e algumas extravagâncias, mas me sentindo preso nele, mas sentindo que a vida é mais do que isso…

2- O Chamado da Aventura Um problema se apresenta ao herói: um desafio ou a aventura

Esse momento para mim começou há alguns anos, quando conheci amigos que começaram a ganhar dinheiro com marketing digital, como Lourenço Maciel e Seiti Arata, e percebi que isso não era apenas propaganda, era possível. Eles tinham descoberto o segredo para ganhar dinheiro na internet, criando blogs, sites, ebooks e outros conteúdos de qualidade.

Logo, outros amigos meus estavam estudando Marketing Digital e indo morar na Europa com as rendas desse negócio. E eu ficando para trás, escondido na segurança de um emprego público e de rendas extras como professor e psicólogo.
3- Reticência do Herói ou Recusa do ChamadoO herói recusa ou demora a aceitar o desafio ou aventura, geralmente porque tem medo.

Levei anos estudando marketing digital timidamente, e fazendo algumas incursões online, vendendo alguns ebooks e vídeos pela internet. Um de meus sites é o http://www.mentemagra.com, onde falo de emagrecimento natural usando minha própria experiência de ter emagrecido 30 kg em 6 meses.

Começo a ganhar algum dinheiro online, que me faz acreditar que toda essa história do Eldorado digital é possível,mas, ao mesmo tempo, me baseio na segurança do meu emprego público e nas horas gastas nele e nos meus atendimentos como coach, psicólogo e como palestrante para continuar avançando timidamente no marketing digital. Talvez isso seja para outros, não para mim…Ficar rico é um sonho distante, e continuo com uma dívida enorme, nascida de pagar pequenos prazeres como sucessivas viagens ao exterior.
4- Encontro com o mentor ou Ajuda Sobrenatural – O herói encontra um mentor que o faz aceitar o chamado e o informa e treina para sua aventura.

Este é o momento onde me encontro agora. Decidi levar a sério a aventura e aprender de verdade a enriquecer e a ser próspero. Cerquei-me dos melhores mentores, pessoas que sairam da pobreza ou da classe média e se tornaram milionários, contribuindo para os outros com seus talentos, conhecimentos, paixão.

Alguns desses mentores que nos acompanharão neste blog são:

  • Tim Ferriss – me inspirou com seu Trabalhe 4 horas por semana e fique rico – mostrou-me o poder de construir uma musa para renda passiva e me tornar mais produtivo para fazer mais em menos tempo no meu trabalho atual para poder ter mais tempo para empreender.
  • Tony Robbins – escreveu o livro Money, onde entrevista dezenas de BILIONÁRIOS com a seguinte pergunta: se você pudesse deixar para seus filhos não dinheiro,mas uma lição sobre como enriquecer e se manter rico,e qual o portfolio de investimentos mais adequado para enriquecer e proteger sua riqueza, qual seria? E o resultado é uma receita de como se tornar milionário em 7 passos.
  • L. Michael Hall – co-criador da PNL e criador da Neurossemântica, é um gênio da psicologia cognitiva que começou bem parecido comigo: como psicoterapeuta de classe média endividado, e hoje é um milionário empreendedor, que criou uma comunidade de milhares de meta-coaches e trainers de Neurossemântica espalhada pelo mundo e ensina as pessoas a se livrar de crenças e significados tóxicos e a criar a realidade que querem, escapando da Matrix com um Neo que escolheu a pílula azul.
  • E muitos outros, como Ewen Chia, Richard Koch, Eben Pagan, Robert Kiosaki, Joel Comm, Jon Reed, Chris Anderson…

 

5- Cruzamento do Primeiro Portal O herói abandona o mundo comum para entrar no mundo especial ou mágico.

Decorre de aplicar as lições aprendidas pelos mentores e gurus, tanto no mundo real, quanto no mundo digital. Idéias mudam o mundo, começando a se materializar quando se materializam em nossas mentes através de conexões neurais persistentes, criando uma realidade interna – somos o que acreditamos repetidamente.

O outro nível de materialização se dá pela ação no mundo real – repetindo novos hábitos que vão construindo uma realidade socializada, adicionando valor e riqueza no mundo dos outros. Só nos tornamos ricos se enriquecemos a vida de outros, se ajudamos os outros a resolver os seus problemas, ensinam gurus como Tim Ferriss.

L. Michael Hall chama esse mundo especial de a Matrix do Mundo dos Negócios e a Matrix dos Outros. Em um de seus livros, “Games Business Experts Play”, ele modela homens de negócios excelentes em seus campos e mostra qual o jogo vencedor que eles jogam e que nós também podemos jogar.
6- Provações, aliados e inimigos ou A Barriga da Baleia – O herói enfrenta testes, encontra aliados e enfrenta inimigos, de forma que aprende as regras do mundo especial.

Nem precido dizer que nessa jornada experimentaremos riscos e problemas. Aqui treinaremos as competências da persistência, paciência e flexibilidade, que,afirma L.Michael Hall no livro Inside Out Wealth, são competências essenciais na jornada da riqueza.

Hall afirma que a mentalidade do enriquecimento rápido e fácil pode ser um pensamento sabotador e enganoso, e sua modelagem de milionários demonstrou que essa é uma jornada de anos, talvez uma década ou mais.

Aliados – as pessoas que deveremos ter como parceiros de negócios, clientes, fornecedores, nosso networking.Inimigos? Provavelmente o pior deles é uma parte de nossa própria mente que se insurge com dúvidas, pensamentos derrotistas e autosabotadores. As regras do jogo de riqueza serão estudadas aqui, através da modelagem – isto é, benchmarking – das regras e princípios dos jogos que as pessoas ricas jogam.

7- AproximaçãoO herói tem êxitos durante as provações

Se outros conseguiram, podemos também, jogando os jogos de negócios e prosperidade que eles jogaram, e modelando seus padrões de pensamento, emoções e comportamentos. Essa é a essência da PNL, a modelagem do sucesso e da excelência dos gênios da riqueza , e a generalização de seus padrões de pensamento, emoções e ações para as pessoas comuns como nós.
8- Provação difícil ou traumáticaA maior crise da aventura, de vida ou morte.

Na jornada, teremos que nos deparar com nossos próprios demônios e resolver nossos dilemas internos. “Decifra-me ou devoro-te”, diz a milenar esfinge.

L. Michael Hall fala dos dragões que residem em nossos inconscientes, padrões de pensamentos autodestrutivos que precisam ser enfrentados se queremos manter uma prosperidade duradoura.

Milionários relatam experiência de perda de dinheiro, às vezes até de bancarrota, e a volta por cima. Outros nunca se reerguem.  Alguns investidores, como George Soros, perderam todo o dinheiro do dia para a noite, e depois conseguiram recuperá-lo, porque já tinham desenvolvido uma Mente Milionária.
9- RecompensaO herói enfrentou a morte, se sobrepõe ao seu medo e agora ganha uma recompensa (o elixir).

A recompensa pode ser a liberdade financeira – não precisar mais trabalhar para viver e poder viver a vida de meus sonhos, de diversão,  contribução, legado, auto-realização. É poder realizar a  missão de vida sem precisar pensar no dinheiro, sem estar preso à corrida dos ratos ou a um emprego escravizador.

É a resposta à pergunta: se você não precisasse mais trabalhar para viver, como gostaria de viver sua vida?
10- O Caminho de VoltaO herói deve voltar para o mundo comum.

Aqui, o exercício é de visualização criativa… como seria voltar ao mundo milionário, próspero, abundante?  Contribuir com os outros com minha riqueza, fazer diferença, deixar um legado…
11- Ressurreição do Herói Outro teste no qual o herói enfrenta a morte, e deve usar tudo que foi aprendido.

Se esse fosse meu meu último dia, como gostaria de vivê-lo? Como seria vivê-lo com prosperidade?

Quero percorrer com vocês, meus leitores imaginários, cada uma dessas etapas, e ver outros se unindo nessa jornada. Se, no entanto, estiver só, não estarei só,  na verdade: estarei deixando já uma contribuição para outras pessoas que, no futuro,poderão se beneficiar dos aprendizados, leituras, experiências, erros e acertos deste caminho. E que seja sempre divertido e muito instrutivo!

Jornada do Herói Milionário

A história de Mushkil Gusha – um conto de ensinamento sobre a prosperidade

Era uma vez, a menos de mil milhas daqui, um pobre lenhador viúvo, que vivia com sua pequena filha. Todos os dias costumava ir às montanhas cortar lenha, que levava para casa e atava em feixes. Depois da primeira refeição, caminhava até o povoado mais próximo, onde vendia a lenha e descansava um pouco antes de voltar para casa.

Um dia, ao chegar em casa, já muito tarde, a menina lhe disse:

Pai, de vez em quando gostaria de ter uma comida melhor, em maior quantidade e mais variada.

– Está bem, minha filha – disse o velho -, amanhã levantarei mais cedo do que de costume, irei mais alto nas montanhas, onde há mais lenha, e trarei uma quantidade maior do que a habitual. Voltarei mais cedo para casa, atarei os feixes mais depressa e irei logo ao povoado vendê-los para conseguirmos mais dinheiro. E lhe trarei uma porção de coisas deliciosas.

Na manhã seguinte, o lenhador levantou-se antes da aurora e partiu para as montanhas. Trabalhou arduamente cortando lenha e fez um feixe enorme, que carregou nos ombros até sua casa.

Ao chegar era ainda muito cedo. Então, colocou a carga no chão e bateu à porta, dizendo:

– Filha, filha, abra a porta. Estou com sede e fome; preciso comer alguma coisa antes de ir para o mercado.

Mas a porta continuou fechada. O lenhador estava tão cansado que se deitou no chão, ao lado do feixe de lenha, e logo adormeceu. A menina, esquecida da conversa da noite anterior, dormia profundamente.

Quando o lenhador acordou, algumas horas depois, o sol já estava alto. Bateu novamente à porta e disse:

– Filha, filha, abra logo. Preciso comer alguma coisa antes de ir ao mercado vender a lenha, pois já é muito mais tarde do que de costume.

Mas a menina que tinha esquecido completamente a conversa da noite anterior, tinha se levantado, arrumado a casa e safra para dar um passeio. Em seu esquecimento, e supondo que o pai já tivesse ido para o povoado, deixou a porta da casa fechada.

Assim, o lenhador disse a si mesmo:

– Já é muito tarde para ir à cidade. Voltarei para as montanhas e cortarei outro feixe de lenha, que trarei para casa, e amanhã terei carga em dobro para levar ao mercado.

O lenhador trabalhou duro aquele dia, cortando e enfeixando lenha nas montanhas. Já era noite quando chegou em casa com a lenha nos ombros.

Pôs o feixe atrás da casa, bateu à porta e disse:

– Filha, filha, abra a porta. Estou cansado e não comi nada o dia todo. Trago uma dupla carga de lenha, que espero levar ao mercado amanhã. Preciso dormir bem esta noite para recuperar minhas forças.

Mas não houve resposta, pois a menina, sentindo muito sono ao voltar do passeio, preparou sua comida e foi para a cama. A princípio, ficara preocupada com a ausência do pai, mas tranqüilizou-se logo, pensando que ele passaria a noite no povoado.

Cansado, faminto e com sede, vendo que não podia entrar em casa, o lenhador deitou-se novamente ao lado da lenha. Apesar de preocupado com o que poderia estar acontecendo com a filha, não conseguiu ficar acordado: adormeceu logo. Mas, como estava com muito frio, muita fome e muito cansado, acordou bem cedo na manhã seguinte, antes mesmo de o dia clarear.

Sentou-se, olhou ao redor, mas não conseguiu ver nada. Mas, nesse momento, aconteceu uma coisa estranha. Pareceu-lhe ouvir uma voz que dizia:

– Depressa! depressa! Deixa tua lenha e vem por aqui. Se necessitas muito e desejas o suficiente, terás uma refeição deliciosa.

O lenhador levantou-se e caminhou na direção de onde vinha a voz. Andou, andou e andou, mas não encontrou nada.

Então sentiu mais cansaço, frio e fome do que antes e, além do mais, estava perdido. Tivera muitas esperanças, mas isso não parecia tê-lo ajudado. Ficou triste, com vontade de chorar, mas percebeu que chorar também não o ajudaria. Assim, deitou-se e adormeceu.

Logo depois acordou novamente. Sentia frio e fome demais para poder dormir. Foi então que lhe ocorreu narrar a si mesmo, como se fosse um conto, tudo o que tinha acontecido desde que a filha lhe pedira um tipo de comida diferente.

Mal terminou sua história, pareceu-lhe ouvir outra voz, vinda de algum lugar no alto, como se saísse do amanhecer, que dizia:

– Velho homem, velho homem, que fazes sentado aqui?

– Estou me contando minha própria história – respondeu o lenhador.

– E qual é?

O lenhador repetiu sua narração.

– Muito bem – disse a voz, e a seguir lhe pediu que fechasse os olhos e subisse um degrau.

– Mas não vejo degrau algum – disse o velho.

– Não importa, faz o que te digo – ordenou a voz.

O homem fez o que lhe fora ordenado. Mal fechou os olhos, descobriu que estava de pé e, levantando o pé direito, sentiu que debaixo dele havia algo semelhante a um degrau.

Começou a subir o que parecia ser uma escada. De repente os degraus começaram a mover-se – moviam-se muito rapidamente – e a voz lhe disse:

– Não abra os olhos até que eu ordene.

Não se passara muito tempo, quando a voz mandou que o velho abrisse os olhos. Ao fazê-lo, o lenhador achou-se num lugar que parecia um deserto, com um sol escaldante acima dele.

Estava rodeado de montes e montes de pedrinhas de todas as cores: vermelhas, verdes, azuis e brancas. Mas parecia estar só; olhou em volta e não conseguiu ver ninguém. Então, a voz começou a falar de novo:

“Apanha todas as pedras que puderes, fecha os olhos e desce os degraus”

O lenhador fez o que lhe mandavam e, quando a voz ordenou que abrisse os olhos novamente, encontrou-se diante da porta de sua própria casa. Bateu à porta, e a sua filha veio atender. Ela lhe perguntou por onde ele tinha andado, e o pai lhe contou o ocorrido, embora a menina mal entendesse o que ele dizia, porque tudo lhe parecia muito confuso.

Entraram em casa e a menina e o seu pai repartiram a última coisa que lhes restava para comer: um punhado de tâmaras secas. Quando terminaram a comida, o velho achou que estava novamente ouvindo uma voz, uma voz igual àquela que o mandara subir os degraus.

– Embora ainda não o saibas – disse a voz – foste salvo por Mushkil Gusha. Lembra-te: Mushkil Gusha está sempre aqui. Promete a ti mesmo que todas as quintas-feiras, à noite, comerás umas tâmaras, e darás outras a alguma pessoa necessitada, a quem contarás a história de Mushkil Gusha. Ou darás um presente, em seu nome, a alguém que ajude os necessitados. Promete que a história de Mushkil Gusha nunca, nunca será esquecida. Se fizeres isso, e o mesmo fizerem as pessoas a quem contares a história, os que tiverem verdadeira necessidade sempre encontrarão seu caminho.

O lenhador então colocou todas as pedras que havia trazido do deserto num canto do casebre. Pareciam simples pedras, e ele não soube o que fazer com elas. No dia seguinte, levou seus dois enormes feixes de lenha ao mercado e os vendeu facilmente, por ótimo preço. Ao voltar para casa, levava para sua filha uma porção de iguarias deliciosas que ela jamais havia provado antes. Quando terminaram de comer, o velho lenhador disse:

– Agora vou lhe contar a história de Mushkil Gusha. Mushkil Gusha significa “O dissipador de todas as dificuldades”. Nossas dificuldades desapareceram por intermédio de Mushkil Gusha, e devemos lembrá-lo sempre.

Durante uma semana o homem seguiu sua rotina. Ia às montanhas, trazia lenha, comia alguma coisa, levava a lenha ao mercado e a vendia. Sempre encontrava comprador, sem dificuldade.

Mas chegou a quinta-feira seguinte e, como é comum entre os homens, o lenhador se esqueceu de contar a história de Mushkil Gusha. Nessa noite, já tarde, apagou-se o fogo na casa dos vizinhos. E, como não tinham com que voltar a acendê-lo, foram à casa do lenhador e disseram:

– Vizinho, vizinho, por favor, dê-nos um pouco de fogo dessas suas lâmpadas maravilhosas que vemos brilhar através da janela.

– Que lâmpadas? – perguntou o lenhador.

– Venha cá e veja – responderam.

O lenhador saiu e viu claramente a variedade de luzes que, vindas de dentro, brilhavam através de sua janela. Entrou e viu que a luz saía do monte de pedras que havia posto num canto. Mas os raios de luz eram frios e era impossível usá-los para acender fogo. Então, tornou a sair e disse:

– Sinto muito, vizinhos, não tenho fogo – e bateu-lhes a porta no nariz.

Os vizinhos ficaram aborrecidos e surpresos e voltaram para casa resmungando. E aqui eles abandonam nossa história.

Rapidamente, o lenhador e sua filha, com medo de que alguém visse o tesouro que possuíam, cobriram as brilhantes luzes com todos os trapos que encontraram. Na manhã seguinte, ao destampar as pedras, descobriram que eram gemas luminosas e preciosas.

Uma a uma, levaram-nas às cidades dos arredores, onde as venderam por um preço enorme. Então, o lenhador decidiu construir um esplêndido palácio para ele e sua filha.

Escolheram um lugar que ficava exatamente na frente do castelo do rei de seu país. Pouco tempo depois, um edifício maravilhoso estava construído.

O rei tinha uma filha muito bonita que uma manhã, ao acordar, viu o castelo, que parecia de contos de fadas, bem em frente ao de seu pai. Muito surpresa, perguntou a seus criados:

– Quem construiu esse castelo? Com que direito fazem uma coisa dessas tão perto do nosso lar?

Os criados saíram e investigaram. Ao regressar, contaram à princesa tudo o que conseguiram saber.

A princesa, muito zangada, mandou chamar a filha do lenhador. Porém, quando as duas meninas se conheceram e se falaram, logo tornaram-se boas amigas. Encontravam-se todos os dias e iam nadar e brincar juntas num regato que o rei mandara fazer para a princesa.

Alguns dias depois do primeiro encontro, a princesa tirou um colar lindo e valioso e pendurou-o numa árvore à beira do regato. Na volta, esqueceu-se de apanhá-lo e, ao chegar em casa, pensou que o tinha perdido. Refletindo melhor, porém. concluiu que tinha sido roubado pela filha do lenhador.

Contou tudo ao pai, que mandou prender o lenhador e confiscou-lhe todos os bens. O homem foi posto na prisão, e sua filha levada para um orfanato.

Como era costume no país, depois de algum tempo o lenhador foi retirado de sua cela e levado para praça pública, onde o acorrentaram a um poste, tendo pendurado ao pescoço um cartaz onde se lia:

“É isto que acontece a quem rouba dos reis.”

A princípio, as pessoas juntavam-se à sua volta zombando dele e atirando-lhe coisas. O lenhador estava muito infeliz. Porém, como é comum entre os homens, logo se acostumaram com o velho sentado junto ao poste e lhe prestavam cada vez menos atenção. Às vezes lhe atiravam restos de comida, às vezes nem mesmo isso.

Uma tarde, ouviu alguém dizer que era quinta-feira. De imediato veio-lhe à mente o pensamento de que logo seria a noite de Mushkil Gusha, “O dissipador de todas as dificuldades”, a quem há tanto tempo se esquecera de comemorar. No mesmo instante em que esse pensamento lhe chegou à mente, um homem caridoso que passava jogou-lhe uma moeda.

– Generoso amigo – chamou-o o lenhador – você me deu dinheiro que para mim não tem utilidade alguma. Mas se, em sua generosidade, puder comprar uma ou duas tâmaras e vir sentar-se comigo para comê-las, eu lhe ficaria eternamente grato.

O homem saiu e comprou algumas tâmaras, sentou-se a seu lado e comeram juntos. Ao terminar, o lenhador contou-lhe a história de Mushkil Gusha.

– Acho que você deve estar louco – disse-lhe o homem generoso.

Mas era uma pessoa compreensiva e também enfrentava muitas dificuldades. Ao chegar em casa, depois desse incidente, percebeu que todos os seus problemas estavam resolvidos. Isto o fez pensar mais seriamente a respeito de Mushkil Gusha. Mas aqui ele deixa nossa história.

No dia seguinte, pela manhã, a princesa voltou ao lugar onde se banhara e, quando ia entrar na água, viu, no fundo do regato, uma coisa que parecia ser seu colar. Porém, no momento em que ia pegá-lo, espirrou, jogou a cabeça para trás, e viu que o que tomara por seu colar era apenas o reflexo dele na água. O colar estava pendurado no galho de uma árvore, no mesmo lugar onde o tinha deixado há muito tempo.

Emocionada, apanhou-o e foi correndo contar ao rei o acontecido. Este ordenou que o lenhador fosse posto em liberdade e que lhe pedissem desculpas em público. Tiraram a menina do orfanato e todos viveram felizes para sempre.

Estes são alguns dos episódios da história de Mushkil Gusha. E uma história muito longa, que nunca termina. Tem muitas formas. Algumas nem sequer se intitulam A história de Mushkil Gusha. Por isso as pessoas não as reconhecem como tal.

Mas é por causa de Mushkil Gusha que esta história, em qualquer de suas formas, é lembrada por alguém, em algum lugar do mundo, dia e noite, onde quer que exista gente. Tal como sempre tem sido contada, assim continua-rá a ser contada eternamente.

Você quer repetir a história de Mushkil Gusha nas noites de quinta-feira e ajudar, assim, o trabalho de Mushkil Gusha?

Referência

http://www.caravansarai.com.br/ConMushkilGushaPrin.htm

A história de Mushkil Gusha – um conto de ensinamento sobre a prosperidade